Qual é o meu objetivo?

alvo

A primeira coisa que as pessoas perguntam ao saberem que vou morar na Irlanda é: o que você vai fazer lá? E é natural. Afinal de contas, não é fácil sair do conforto e partir para uma nova vida na Europa. Questionamentos como, recebestes uma proposta de emprego, vais em busca de mais dinheiro ou coisa do tipo, sempre acompanham a pergunta principal. E a minha resposta é sempre a mesma: não, não recebi nenhuma oferta de emprego nem estou viajando para Irlanda com o objetivo de ganhar mais dinheiro. Embora, um bom emprego e mais dinheiro sempre sejam muito bem-vindos, mas isso, de fato, não é o meu objetivo principal.

Pra falar a verdade, o meu objetivo principal é chegar lá e viver, apenas viver. Como diria aquele que nunca tira o copo da mão, “deixa a vida me levar, vida leva eu…sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu”. Simples assim: pouca razão, muita emoção. O tempo reciclará naturalmente esses objetivos.

E você que está vivendo uma experiência semelhante, qual é o seu objetivo principal?

Caso você tivesse na minha situação agiria de forma parecida ou não?

3 Comentários

Arquivado em Pré-viagem

3 Respostas para “Qual é o meu objetivo?

  1. Dei um CC + CV nesse post e o publiquei na lista de discussão do E-dublin – link: http://groups.google.com/group/e-dublin/browse_thread/thread/499350a3932161a5#

    Abaixo um resumo do que de melhor foi comentado por lá. =D

    ____

    Olá Thiago, seu email me tocou.

    Sou jovem tenho 26 anos (meu aniversario é hoje), e ano passado em agosto
    fiquei gravida. E na epoca meu namorado me disse VAMOS CASAR. organizamos
    tudo e casamos em dezembro. Em agosto do outro ano, ele recebeu uma proposta
    de trabalhar na Irlanda. Eu concordei, ele tem a mesma idade que eu não é
    justo da minha parte perdir pra ele ficar. Nosso filho nasceu e quando
    estava com tres meses ele foi pra a tal ilha. Desde de entao estou no Brasil
    ALONE, ja fiz de tudo pra tentar matar a saudade. Mas estou tendo insonias
    constantes. Agora terei a segunda fase, ir tambem com ele em janeiro, com o
    nosso bb.
    Minha perspectiva nessa viagem será reunir novamente minha familia. Não sei
    muito do ingles, tenho muitas duvidas e preocupações de como será viver em
    outros pais com meu filho. Mas estou arriscando por amor. É o que me move.
    Mais emoçao menos razao.

    Vamos arriscar, sem risco a vida nao teria graça.

    Jessica Brunetti
    ____

    Olá Thiago.
    Tudo bem?
    Concordo com vc, mas acho que além do que foi citado graciosamente por vc, a experiência de uma cultura diferente da nossa para ampliar os nossos olhares e impressões sobre o mundo, coisas, pessoas, diria até o batido horizonte.🙂
    Estou super ansiosa para vivenciar tudo isso, e para que chegue logo a tão esperada data da viagem.
    Acho que qualquer viagem que façamos nos muda de alguma forma, imagina viver um tempo de forma tão diferente com a qual estávamos acontumados? Sair da zona de conforto é a melhor forma de aprendizado e conhecer pessoas, lugares e cultura diferente, acho eu, que potencializa ainda mais isso tudo.
    Espero nos conhecermos pessoalmente.
    Um grande beijo!

    Camila Macedo
    ____

    Boa tarde!

    Em primeiro lugar, Jéssica parabéns!!! Mtas felicidades sempre!!! Mta sorte.
    Acho que não será fácil vc ir pra outro país com seu bb, ficar longe das pessoas que conhece, da sua família, das pessoas que tb ama mas que ficarão aqui.. porém acho que qdo há o que vc mesma falou, AMOR, as coisas ficam menos complicadas… não está fazendo por obrigação em ter que ir para acompanhar seu marido, mas sim pq ama e quer ver sua família unida e é ao lado dele que vc quer viver… Assim como eu que tenho meus motivos pessoais que me impulsionam e estão me motivando pra que no ano que vem esteja por aí tb…. assim como cada um dos que já foram ou dos que ainda vão levam em seus corações… Realmente vc é nova, então se esforce, se dedique e aproveite a oportunidade em poder aprender outras línguas, conhecer outras culturas e muita sorte nesta nova caminhada..

    Thiago, objetivo parecido com o seu… sinto falta do novo, do diferente, do desafio de mudança… quero sair desta “zona de conforto” na qual me encontro movida pela razão e viver coisas novas, conhecer outras culturas, viver mais pela emoção… e buscar a felicidade a cada dia, são tantas perspectivas boas que tenho e é claro, ficar o inglês fluente…. e o resto é uma resposta que virá dia após dia…

    E vamo que vamo….

    Daniela Aparecida
    ____

    Olá Jéssica, congratulations!!!!!! Muita paz e alegria pra você.

    Concordo em tudo o que a Daniela falou. Provavelmente não será fácil pra você, assim como não é pra ninguém. Mas acho que tudo que se faz com amor, empenho e honestidade não tem como dá errado. Mete a cara, acredita e faz por onde que tudo vai dar certo.

    Oi Camila, tudo ótimo! e Você? Massa suas palavras e me encontro no mesmo estado que você: superrrr ansioso. Só respiro Dublin e posso até sentir o frio daqui. rsrsrsrs. E vamos sim nos conhecer pessoalmente. Será um prazer. =P

    Thiago Nascimento
    _____

    Parabéns, Jessica! Muitas felicidades e muita sorte nessa vida, na Irlanda, no Brasil, em qualquer lugar!🙂

    Thiago e demais, me contem uma coisa: qual é a reação das pessoas quando vcs dizem que está vindo pra cá pra viver? Sua família e seus amigos se contentam com essa resposta?
    Pergunto porque na minha experiência as pessoas à minha volta estão tão preocupadas com a sobrevivência que acham pouco eu dizer que vim pra viver. Elas querem objetivos concretos, planos práticos e racionais, metas. E eu acabo achando difícil responder com um simples “então, vou estudar e trabalhar, mas sei lá o que eu quero com isso, sei lá como vou aplicar isso na prática, eu só quero ver aonde isso vai me levar”. Eu sei que é só preocupação normal, eu tb me preocupo com dinheiro e trabalho e estudo e em me sustentar e construir um futuro e todas essas coisas. Eu só fico me perguntando se esse tipo de preocupação não tira a nossa atenção de outras questões, mais pessoais e abstratas – essas que me trouxeram até aqui…

    Clarissa Araujo
    _____

    Bah pessoal…
    comigo acontece acho q mais ou menos a mesma coisa que com o Gedson e
    demais que estão tomando essa decisão de ir pra Dublin ou qualquer
    outra cidade fora do país.
    Já comprei passagem pra 25 de janeiro, já estava com tudo acertado…
    Aew me chega um telegrama pra assumir em um banco uma vaga num
    concurso que passei…
    salário legalzinho, 6 horas por dia de trabalho, nada estressante,
    estabilidade, servidor público…
    pois bem…
    minha família caiu em cima de mim..
    perguntas do tipo: pra que tu vai ir pra lá??? inglês tu aprende aqui,
    sem ir pra longe!!! não ta contente com tua vida em casa??? vai largar
    um emprego que todos querem, com estabilidade, salário sempre no final
    do mês???
    pois bem… estou num dilema…
    quero muito ir… razões concretas??? sei lá…quero viver sendo eu
    mesmo, com minhas conquistas, minhas derrotas, com minhas próprias
    pernas…
    quero viver sobre pressão, sobre pressão de não saber direito a
    lingua, de ter que arrumar um emprego pra me sustentar, de ter que
    guardar alguma grana pra pagar a dívida que vou fzer pra viajar…
    quero viver do jeito que posso, com minhas qualidades!!
    mas e conseguir a aprovação dos pais, família??? é realmente
    dificil…
    falo que nao quero assumir o emprego público e todo mundo diz que to
    maluco ehaueuehue
    essa semana ta sendo cruel a coisa… preciso tomar minha
    decisão…continuo com a viagem ou fico pelo Brasil trabalhando e
    vegetando como um velho (sem ofensas, mas não quero isso pra mim)!!

    Cristiano Visentini
    ____

    Cristiano, o seu email me fez pensar numa coisa… Vc disse que quer viver sendo vc mesmo, sob pressão, viver do seu jeito. Eu entendo isso, eu penso o mesmo. Mas acabei de lembrar de uma coisa que a minha terapeuta sempre dizia: e por que não fazer isso no Brasil? Por que será que a gente tem essa sensação de que só vai conseguir ser autêntico, se assumir, e se forçar a quebrar os próprios limites se a gente for pra bem longe? Eu penso que longe de casa, longe das pessoas que nos acompanham a vida toda é muito mais fácil ser “livre”, ser autêntico. E aí é que está… Teoricamente quem faz uma viagem dessas é porque escolheu o caminho difícil, e mais rico – de oportunidades, de possibilidades. Será que o difícil mesmo não seja FICAR e ainda assim fazer essas coisas todas acontecerem para si? Será que o mais difícil não seja transformar uma vida cômoda e estável em algo estimulante, novo, desafiador, e acima de tudo, de acordo com a nossa própria identidade – e tudo isso sem precisar mudar de país, de continente??

    Eu já tenho a minha resposta, foi a mesma que dei pra minha teraputa: sim, pra mim era muito mais difícil fazer essa transformação enquanto eu estava no Brasil. Eu me sentia um pouco “presa” diante da minha família e dos meus amigos. E eu senti que precisava me distanciar de todos mais uma vez pra me fortalecer, para que eu acabasse de construir a minha personalidade, e para que eu pudesse enxergar um caminho pra minha vida, e daí sim eu voltaria preparada para tudo e pra todos. Pois bem, cá estou, e vamos ver no que vai dar isso…🙂

    Desculpa se estou te deixando confuso, Cristiano, me sinto um pouco do contra hoje… Mas pra vc que está diante dessa escolha difícil pode ser interessante ver mais um ponto de vista…

    Clarissa Araujo
    _____

    Pois é Clarissa…
    realmente é mto mais difícil mudarmos, nos tornamos livres e
    construirmos nossa personalidade única do lado da família e amigos!
    Talvez por isso quero me distanciar de tudo! Sei que o que sou hoje
    foi construído através de “pequenas cópias” do que as pessoas que
    estão ao meu lado são. Talvez seja esse o motivo de eu querer me
    livrar de tudo isso e viver como eu acredito que possa.
    Quando voltar, espero ser alguem muito mais maduro, mais certo das
    minhas próximas escolhas.
    Se eu ficar, creio que continuarei “copiando” a vida que meus pais
    tiveram, a vida que vejo que elem tem hoje, talvez será a minha vida
    daqui a 30 ou 40 anos, exatamente igual a eles. Não estou criticando-
    os, nem dizendo que eles não são nada e tal, mas será que eu não posso
    construir minha personalidade através das minhas escolhas, sem levar
    em consideração a família e criação que tenho e tive???
    Pois é… decisões difíceis ehuaehuaeueu
    Me vejo hoje como se tivesse que tomar a decisão mais importante da
    minha vida. E com toda certeza é a mais importante até hoje.

    Conversando com uma colega de trabalho ela me disse:
    Tu quer ir??? Então vai! Se der certo tua estadia lá, meus parabéns,
    conquistaste o que desejavas. Se não der certo, volta, abaixa a
    cabeça, te coloca no teu lugar de ter errado na escolha e mostra pra
    todos que irão dizer na tua cara que te avisaram que não era pra ir,
    que tu pode ser muito mais, que podes arrumar um emprego muito melhor,
    passar num concurso talvez muito melhor, com as experiências que
    ganhastes, mesmo sendo elas dolorosas.

    Essas palavras me deram um ânimo sabe, me fizeram pensar mto melhor no
    que quero!

    Mas estamos aew… pensativos… tentando escolher o melhor caminho,
    que talvez não seja o mais fácil!

    E uma dúvida Clarissa… quando tu falou que precisava se distanciar e
    tal… tu quis dizer que precisava mesmo viajar e foi??? Desculpa não
    saber se tu estas mesmo na Irlanda ou não ehehehe é que, apesar de
    acompanhar o grupo quase todos os dias, minha cabeça essa semana ta
    entrando em parafuso ehuahehue

    abração
    Cristiano Vissentini
    _____

    Concordo com tudo, o que vc falou e o que sua amiga falou. Aliás, acho essa parte muito importante: se não der certo, que bosta, mas a verdade é que não seria o fim do mundo! Eu falava isso pra todo mundo: se não der certo, eu volto, pronto. Tenho certeza que minha família vai me receber bem, e nunca é tarde pra recomeçar. Se passou num concurso, pode passar em outro. Não é simples, mas a gente tem mania de dificultar demais…

    Sim, eu vim! hehe! Estou em Dublin agora, pela segunda vez. Há dois anos eu vim pra cá, passei uns 7 meses e meio em Dublin, depois uns 3 em Londres e fui embora pro Brasil. Fiquei um ano lá e daí voltei pra Dublin em setembro agora. Tem até minha história contada no grupo e no site!🙂

    Clarissa Araujo
    _____

    Eu fico muito muito muito feliz por ler tudo o q li aqui!

    Por criação e tudo mais, sempre fui ensinado (e de tudo q minha mae falou, é das poucas que sigo) que você precisa deixar este planeta melhor do q quando você chegou! e o mundo é a escola, entao aprendamos não é mesmo?

    E isso parece ser a vontade de todos que comentaram este e-mail do thiago! Estava comentando no trabalho hoje mesmo (teve um treinamento vivencial)

    Quando vc decide fazer uma viagem como essa, voce pode ter varios objetivos:

    – juntar dinheiro
    – arrumar um emprego na área
    – arrumar uma passaporte europeu (por bem ou por mal huauhahua)
    – aprender uma lingua
    – e/ou simplesmente viver e aprender com tudo q vai acontecer

    E a única opção em que você nunca vai falhar (mesmo que vc vá, e q por algum motivo voce volte em 1 mes) é a opção de simplesmente ir e aprender!

    Acho q os demais são acessórios e consequencia! Eles tem q ser metas, foco, mas não podem se tornar a NOSSA vida… vamos vivendo e aprendendo, com garra, e deixa q o destino entregará os presentes que merecemos sem q isso se torne um trauma! =o)

    Parabens à todos, especialmente à Jessica! =o)

    Homero Carona
    ________

    Pois é Clarissa…
    tuas palavras como a de todos que postaram antes serão mto válidas
    para eu tomar minha decisão, que acho já estar tomada, falta apenas
    coragem para dizer o que penso!

    Mas então tu é guria viajada já??! eahueahuhue Que legal… acredito
    que seja uma das coisas que quero pra mim tb. Não apenas conhecer
    cidades e lugares novos, mas poder viver um pouco em cada canto, como
    tu fizeste, indo pra Dublin, depois Londres e agora Dublin novamente!
    Mto legal isso!

    Qnto ao que o Homero falou… Também acredito que a melhor e
    verdadeira escola é a vida, e consequentemente o mundo. Meus objetivos
    ao ir para Dublin são vários. Um dos meus problemas ainda é não ter
    muito foco, quero uma coisa agora e dpois quero outra, além de nao
    conseguir me decidir ehuaehue
    Mas quero principalmente:
    – Arrumar um emprego (sem esse não conseguiria me sustentar aew)
    – Juntar uma graninha para voltar ao Brasil (caso volte, pq meu desejo
    mesmo é ficar aew nos States ehehhehe) e poder pagar a pequena divida
    que irei deixar ehehheh (mas claro que caso nao consiga sei q meus
    pais nao me deixarão mal nessa)
    – Aprender o english ehehehe e outras tantas caso seja possível
    – E viver minha vida… ter novas experiências, aventuras, conhcer
    diversos lugares!!!

    Acho que essa ultima é o desejo de todos. Se nao for em primeiro
    lugar, com certeza está junto!

    Enfim… aprender vivendo, aprender errando, aprender acertando!!!

    Cristiano Visentini
    _______

    Comentários maravilhosos, galera! Tudo muito enriquecedor e impressionante como todos nós nos parecemos, hein?

    Cristiano você está num dilema e não é difícil de te entender. Quer uma dica? Segue tua intuição.

    Em momentos como esse ela é de longe a nossa melhor aliada.

    Eu não passei em nenhum concurso público como você, mas tenho um emprego que me realiza em todos os sentidos, e mesmo assim, estou colocando-o de lado para viver uma experiência que vai me proporcionar, no momento, ganhos com mais valor agregado que o meu emprego atual.

    O sentimento que tenho é que estou dando um passo pra trás (apenas em relação ao lado profissional, pois estarei saindo do mercado) para depois dar uns cinco na frente.

    Abraços.
    Thiago Nascimento
    __________

    Bom dia galerinha…

    Enquanto lia cada frase do Cris, da Clarissa, do Homero e cia ltda… ia me identificando nos desejos pessoais e nos questionamentos de algumas pessoas que logo perguntam:

    “mas e seu emprego???”,
    “vc não é feliz aqui com a sua família??”,
    “aqui não tem escola de ingles???”,
    “a sua tia não precisou morar fora pra falar bem”

    QUE DROGA!! Ninguém entende que cada um é cada um? E que eu não sou ela e que quer viver a minha vida e não a dela???? Tenho os meus sonhos, as minhas vontades, meus paradigmas… não é pq tive a mesma criação que meu irmão (por exemplo) que tenho q ser como ele ou vice-versa…
    E, principalmente nossos pais não entendem isso pq querem sempre nos proteger… mas não entendem que às vezes mta proteção não nos prepara pra vida…

    Era o que vinha concluindo durante a leitura de cada depoimento, o que o Thiago falou, como é enriquecedor esta troca de experiências com pessoas que sonham parecido com a gente…

    “Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.”
    Eduardo Galeano

    Se eu farei a escolha certa, só vou saber lá na frente… mas é algo que sinto que tenho que fazer… portanto é o que farei.. este é o momento… se eu errar, é como a Cla falou, volto pra casa, meu quarto e minha família estarão me esperando…. e bola pra frente…

    P.s. Cris comentei a sua história com a minha mãe, que não foi diferente e falou: “Nossa ele vai ficar né???” …em seguida ela me pergutou: “Dani, e se fosse vc, o que faria?” Eu respondi que se eu tivesse no seu lugar, no limite em que vivo hj, eu iria pra Dublin… (só pra constar, ela ficou muda)…

    “Sonhar é fundamental. Mas só isso não basta. É preciso, também, acreditar na capacidade de mudar e criar uma próxima chance… Em vez de confiar sua trajetória ao destino, é preciso saber perceber o momento da virada e ter a coragem de produzir as rupturas construtivas que viabilizam os sonhos e transformam a realidade…
    Sonhos não envelhecem nunca… Mas é preciso ter disposição para enfrentar desafios e – se for preciso – começar do zero… É preciso ter coragem para recriar sua realidade. Pessoas bem sucedidas se sobressaem por serem realizadoras e não apenas colecionadoras de sonhos. Elas sabem fazer a hora, em vez de esperar acontecer. Percebem o momento da virada e criam sua próxima chance. Têm a coragem de moldar circunstâncias e as rupturas necessárias, ou seja, tomam decisões e partem para ações que alavancam uma nova realidade, necessária para atingir o próximo patamar e viver um novo ato.
    Muita gente sonha. E ponto. Mas, asfixiadas pela rotina, pelas contas a pagar e por tantas outras dificuldades cotidianas, não conseguem dar o primeiro passo e ficam cada vez mais angustiadas pela frustração diante do enorme fosso que separa seus sonhos da realidade. Nesse caso, o maior desafio não é o sonho, mas as ações necessárias para concretizá-lo… Isso significa romper a inércia…
    E qual é o segredo das pessoas, empresas e comunidades vencedoras?…
    O verdadeiro segredo de quem rompe a inércia e inaugura uma nova vida não são meros fatores circunstanciais. Não se trata de questão técnica, e sim de algo qualitativo, invisível; trata-se de um modelo mental, uma forma de pensar e agir que permite às pessoas alargar a capacidade de fazer escolhas… O grande segredo não é fazer tudo bem feito. É fazer o que deve ser feito. Não é apenas fazer as coisas do modo certo, e sim fazer as coisas certas.”

    Boa sorte pra gente nas nossas escolhas….

    Daniela Aparecida
    ________

    Pessoal, mtu legal essa “discussão”, realmente acho que quase todos sentimos as mesmas coisas e temos os mesmos objetivos!

    No meu caso é parecido quase em 100% com todos aqui sabe. É muito ter q vender meu carro que dei tanto suor pra pagar e conquistar e todas as outras renúncias que tive que fazer pra ir pra Dublin, a mais realmente também foi sair do nosso mercado de trabalho com a esperança de voltar muito mais qualificado, mesmo sem ter certeza que isso será uma certeza e que não há nada mais gratificante que tentar, conseguir e voltar de cabeça erguida mesma que não tenha alcaçado os objetivos principais de cada um.

    Não li nda a respeito aqui mas meu caso pode ser que seja um tanto diferente pelo fato de ser negro e todas que são feitas a todos que já citaram pra mim sempre tem mais uma: “E o preconceito? Vc não tem medo?” aí só de responder “Não, sem problemas!” já pude perceber as mais diversas reações hehe, tais como: “Po tu é doido!”, “Que coragem ein amigão!”, poucas de apoio, só mesmo dos amigos e família que são os que apóiam em qualquer situação!

    E eu encaro isso sinceramente somente como mais um obstáculos dos muitos que estou passando e terei que passar já que nda nessa vida vem com facilidade, isso não podia ser diferente, mas sinceramente a recepção das pessoas qdo da notícia da minha ida eu esperava que fosse outra mtu mais agradável sabe principammente das pessoas que agente tem certa que nem tão cedo poderão ir pra qualquer viagem internacional hehe rsrs….

    É isso posso ter me alongado um pouco, mas é minha experiência pré viagem hehe!!!!!

    Abs,
    Jarlam Oliveira.
    __________

    Thiago, no meu caso, eu já sentia uma vontade muito grande de conhecer o mundo, e sempre achei aqui um lugar místico…algo forte me atraía pra cá…são coisas q a gente não sabe como explicar, se sente apenas. Mas pedi orientação à espiritualidade e tudo se encaminhou para q eu viesse pra cá.Acho que as buscas são muito parecidas:aventuras, estudar e praticar inglês, viagens, conhecer pessoas,shows, se virar sozinho, trabalhar, amar..enfim!!Crescer como ser espiritual que todos nós somos!

    Aline Guimarães
    ________

  2. Marcos Barreto

    Thiago, vou pra Dublin em janeiro, e me sinto motivado principalmente para melhorar o ingles (que naum eh grande coisa, hehehe). Mas para isto teria varias opções, e me senti atraido pela tao falada hospitalidade dos irlandeses e por estar na europa, que me da a oportunidade de conhecer os outros países do velho continente. Espero te ver por ai. Abracos

  3. Bacana Tiago, e o desafio ainda está de pé: daqui 6 meses quero ver o pessoal que respondeu esse tópico contando se cumpriram com seus objetivos (ou alcancaram/mudaram)

    abracao

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